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Desabafo

Postado por LONDELON sábado, 24 de abril de 2010 2 comentários

Pense o que quiser de min.. . Mais só abra a sua boca , pra falar

O que realmente puder provar!

Ele já ƒez jurαs de αmor e já chorou por essas juras.

Ele já ƒez

grαndes αmigos e com eles grαndes plαnos.

Ele já αmou e tαlvez nuncα

tenhα sido αmαdo, mαs nem por isso elα deixα de ser um gαroto ƒeliz.

Ele não desαcreditou de um grαnde "Conto de ƒαdαs" Mαѕ αpenαs não esperα

Destino não é uma questão de sorte, mas uma questão de escolha;

Não é uma coisa que se espera, mas que se busca!

mαis ter que chegαr αo ƒim pαrα ter um... ƒinαl ƒeliz

Nada na vida vem de graça, eu acho ótimo porque quanto mais difícil mais

Eu quero

Alimentação Saudável para Adolescentes

Postado por LONDELON sábado, 17 de abril de 2010 0 comentários

A alimentação nos adolescentes deve sustentar o crescimento, promover a saúde e ser agradável. Durante a adolescência, existem várias alterações de natureza fisiológica e hormonal que afectam as necessidades nutricionais, tal como um crescimento rápido e ganhos de massa muscular e óssea.

Considerações Nutricionais
Cerca de metade dos adolescentes não comem quantidades suficientes de fruta, legumes de cor verde, como bróculos, couve ou espinafres, ovos ou tomates, comprometendo assim gravemente a sua alimentação saudável.

Deficiência em Ferro
A deficiência em ferro é uma das deficiências mais comuns, e os adolescentes são um dos grupos de maior risco – cerca de 13% dos adolescentes têm reservas de ferro baixas. O rápido crescimento, em complemento com um estilo de vida acelerado e escolhas alimentares pouco saudáveis, podem resultar em deficiências de ferro ou anemias. As raparigas precisam de ter uma particular atenção às reservas de ferro, já que perdem muito sangue durante a menstruação.
A fonte principal de ferro é a carne vermelha, mas existem muitas boas fontes de ferro alternativas a carne, como cereais fortificados em ferro, pão, legumes de cor verde ou fruto secos. O organismo não consegue absorver tão eficazmente o ferro destes alimentos, mas a combinação com vitamina C aumenta a capacidade de absorção do corpo. Em contraste, os taninos encontrados no chá reduzem a absorção, sendo por isso preferível beber um copo de sumo de laranja com os cereais do que uma chávena de chá.

Deficiência em Cálcio
Cerca de 25% dos adolescentes ingerem cálcio em quantidades inferiores às recomendadas, com implicações sérias no futuro, em particular na saúde óssea.
A osteoporose é uma doença óssea que torna os ossos finos e quebradiços. Os ossos continuam a crescer a ganhar massa até aos 30 anos de idade – com o período da adolescência a ser o período mais importante em todo o processo. A vitamina D, cálcio e fósforo são vitais para que este desenvolvimento decorra dentro da normalidade. As doses diárias recomendadas de cálcio para adolescentes variam entre os 800mg a 1,000 mg por dia.
Alimentos ricos em cálcio devem ser consumidos diariamente. A fonte mais rica de cálcio do planeta é o leite e todos os seus derivados. Beber um copo de leite por dia, comer algumas fatias de queijo ou até mesmo beber um iogurte ou batido ao lanche assegura que as quantidades necessárias de cálcio são ingeridas. Em alternativa, o leite de soja pode ser um bom substituto ao leite de vaca.


Fonte:Alimentação Saudável

Sem conseguir internação para o filho viciado em crack, uma mãe de Pelotas está comprando a droga para o rapaz. Ela diz que é uma forma de evitar que ele saia de casa, já que o jovem esta ameaçado de morte por traficantes. — Eu deixo de comprar arroz para comprar a droga para ele, mesmo sabendo que a droga esta destruindo a vida dele, pelo menos eu estou com ele dentro de casa — conta a mãe. Faz um mês que a mulher tomou a decisão. O filho estaria ameaçado de morte pelos traficantes. Um ato de desespero até que a família consiga uma nova oportunidade de tratamento para o rapaz. O jovem tem 21 anos e há cinco usa crack. Já foi internado duas vezes, em 2007 e 2008. Mas, agora, segundo a mãe, não está conseguindo vaga na rede pública. — Eu quero me internar e ficar bem. Arrumar um serviço — afirma o jovem, que quer voltar a morar com a mulher e o filho. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, na segunda-feira o jovem será encaminhado à divisão de Álcool e Drogas do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Pelotas, onde vai passar por uma avaliação clínica que irá indicar se ele necessita ser internado ou encaminhado a uma fazenda terapêutica.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/br/cracknempensar/conteudo,0,6774,A-campanha-2010.html
Reportagem de Maíra Lessa, Pelotas maira.lessa@rbstv.com.br

O idioma EMO

Postado por KOISAS DE JOVENS quarta-feira, 24 de outubro de 2007 4 comentários



O idioma emo
Como outras tribos adolescentes, os emos têm linguagem própria

Diminutivos - Trocam amor por amorzinho, lindo por lindinho, cão por
cãozinho, cara por carinha pai por paizinho e por aí vai
Internetês - Conversam trocando letras e assassinando a gramática.Como os usuários de MSN!
"Sabia que eu te amo?" se transforma em "Xabia q eu ti amu?"Definem seu vocabulário de forma corriqueira.
Paraguaios - Ou emos "posers", que não gostam da música, mas se vestem com as mesmas roupas da tribo
"Oi, lindo!", "Oi, linda!" e "Que meeeigo!" ou "Que fooófis!!!", "Ela é minha marida" são os termos mais usados pelos emos

Ser emo é...

Postado por KOISAS DE JOVENS 1 comentários




Confira algumas das características da tribo

Gostar de música emocore. O estilo mescla a batida hardcore com letras românticas e poesias adolescentes
Viver na internet e no Orkut. Todas as bandas emo brasileiras colocam suas composições em sites
Ser emotivo. Os emos choram ouvindo músicas que falam de amores
perdidos e rejeição dos pais
Dar demonstrações explícitas de carinho. Meninos e meninas se beijam, se abraçam em público, seja com pessoas do sexo oposto, seja com as do mesmo sexo
Aceitar a opção sexual do outro sem preconceitos Criticar pessoas violentas. Bater é altamente reprovável entre os emos
Escrever diários, poesias e músicas. Isso vale para meninas e meninos
Usar roupas que mesclam a rebeldia punk com os ícones infantis. Meninas e meninos usam rosa
Usar cabelos lisos com enormes franjas no rosto. Usadas somente de um lado, denotam certa ambigüidade sexual
Não curtir drogas
Lutar por um mundo sem violência, em que um dia todos se abracem sem parar.






Família

Postado por KOISAS DE JOVENS terça-feira, 23 de outubro de 2007 0 comentários


Sair de casa. Vale a pena?
A convivência entre pais e filhos tem momentos
complicados. Mas a maioria dos teens não pensa
em morar só
Os adolescentes ainda continuam respondões e com acessos de mau humor, mas pelo menos começaram a entender melhor os pais. A maioria gosta da vida familiar, convive bem com o pai e a mãe e não pretende sair de casa tão cedo. Autonomia e independência? Para quê, se em casa tem a comidinha da mamãe? Os jovens pensam até em morar sozinhos um dia, mas só quando estiverem seguros da decisão. Para a maior parte, não vale a pena sacrificar o conforto pela independência. Uma pesquisa que ouviu 2 425 jovens em seis capitais e no interior de São Paulo aponta que 82% deles têm pouca ou nenhuma vontade de morar longe dos pais. A principal razão é o bom relacionamento dentro de casa. Apenas 7% da garotada se dá mal com o pai e só 3% não se dão bem com a mãe. A proximidade maior tem facilitado até a vida de namorados e namoradas. Um levantamento mostra que 15% dos pais permitem que as filhas durmam acompanhadas em casa. Entre os rapazes, esse número dobra.

A relação entre pais e filhos mudou – e para melhor. Até bem pouco tempo atrás o diálogo entre gerações era muito mais difícil. Educação significava rigidez. Assuntos como a sexualidade passavam longe da mesa de jantar. Os filhos reprimidos dessa época se tornaram os pais desorientados de hoje em dia. Ao mesmo tempo que se aproximaram dos filhos, vivem um dilema. Qual a melhor conduta? Endurecer o jogo, como no passado, e ressuscitar todo o conflito de gerações, ou assumir uma postura liberal e correr o risco de perder as rédeas da situação? A resposta é mais simples do que parece. A maioria dos educadores concorda que os pais devem fazer papel de pais, precisam censurar quando for necessário, não ceder e agüentar firme as provocações. "Não adianta fazer concessões ao jovem. É preciso deixar claro o que se pretende passar para ele", afirma o psicólogo paulista Antonio Carlos Egypto. Por melhor que seja a relação, pais e filhos nunca serão amigos no sentido estrito da palavra. Ao se tornar amigo, o pai corre o risco de não mais exercer seu papel, que é orientar.


É importante para os pais estabelecer limites aos jovens. Se não acham correto que a garotada beba, devem dizer abertamente, ainda que isso cause divergências.
Esse conflito é importante para o amadurecimento do adolescente.
Diante de uma negativa, o jovem é obrigado a tomar uma decisão.
Ou ele vai contra os pais e segue por sua conta e risco, arcando com as conseqüências, ou acata a determinação.
Esse tipo de ponderação é o que leva à maturidade.
"Ao não concordarem com um hábito ou comportamento do filho, os pais estão passando seus valores,
algo em que acreditam.
Para estabelecer seu próprio jeito de viver no mundo, o adolescente precisa de alguns princípios básicos
que são adquiridos muitas vezes na base da divergência",
explica o psicanalista Raul Gorayeb, da Universidade Federal de São Paulo.
Pais de verdade são aqueles que exercem o papel que lhes cabe.

Religião

Postado por KOISAS DE JOVENS 0 comentários


Garotos de fé
Os jovens estão mais místicos,
mas definem sua religiosidade
com liberdade e sincretismo

Você acredita em Deus? O Instituto de Estudos da Religião (Iser) fez essa pergunta a 800 brasileiros com idade entre 15 e 24 anos e 98% deles responderam sim. Trata-se de uma maioria acachapante, capaz de desarmar qualquer ceticismo em relação à religiosidade dessa geração. Talvez o correto seja dizer "espiritualidade", pois a fé é hoje muito mais uma questão de escolha pessoal do que era nos tempos do vovô, quando a garotada ia à igreja por imposição familiar e social. Os jovens hoje elegem a própria fé. "Como a decisão é deles, a religiosidade dessa geração tende a ser muito mais forte que nas décadas passadas", diz a antropóloga Regina Novaes, do Iser. Entre os que seguem alguma religião, 33% escolheram por decisão pessoal, independentemente da preferência familiar. Tanto é assim que dois em cada dez mudaram de religião ao menos uma vez.

Boa parte dos teens está olhando para a religião como se estivesse diante de uma prateleira de supermercado. "É como um serviço self-service, em que a pessoa escolhe a que mais a atrai", define Mário Sérgio Cortella, professor do departamento de teologia e ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Os teens sentem-se à vontade para experimentar. Eles acreditam em Cristo, nos orixás e até em duendes, tudo ao mesmo tempo. Sobra ainda espaço para a proliferação de crenças alternativas, cujo maior atrativo é o inusitado, como cura por cristais, invocação de anjos e bruxaria.

É curioso que isso esteja ocorrendo com os filhos de uma geração que, trinta anos atrás, fugiu da religião institucionalizada. O movimento atual é no sentido inverso, com o aumento nas hostes de fiéis. Metade dos freqüentadores dos cultos evangélicos tem menos de 24 anos. Missas católicas são agora animadas em ritmo de rock, tecno e rap. Há igrejas neopentecostais criadas especialmente para fiéis mais jovens. Uma delas, a Bola de Neve, usa uma prancha de surfe como altar. A tolerância religiosa é uma das características bem-vindas dos novos fiéis. Nesse aspecto, o budismo, que não exige exclusividade de seus praticantes, tornou-se a opção preferida de quem deseja freqüentar mais de uma religião ao mesmo tempo.

98%
dos 800 brasileiros com idade entre 15 e 24 anos ouvidos numa pesquisa disseram acreditar em Deus

Entre os que seguem alguma religião,
33%
escolheram sua fé por decisão pessoal, sem interferência da família

17%
deles tinham mudado de religião ao menos uma vez

Uma das características da religião é promover a integração social.
Rapazes e moças vão à igreja ou ao templo e lá conhecem outros adolescentes que pensam como eles.
Assim, formam grupos. Assistem aos cultos juntos, saem à noite, viajam.
O lazer fica associado à religiosidade
"A maioria de meus amigos é daqui", diz a estudante paulista Ana Teresa Santos Cavalcante, de 17 anos,
que freqüenta a igreja evangélica Bola de Neve
. "Gostamos das mesmas coisas, fazemos os mesmos passeios, por isso nos damos tão bem", afirma ela.











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O pai deve ter "aquela" conversa
com o filho?
Já foi costume o pai chamar o filho, logo que este entrava na puberdade, para uma conversa "de homem para homem". Ele então explicava o que é a relação sexual entre um casal, com o objetivo de preparar o filho para essa experiência. Hoje em dia, os adolescentes aprendem tudo o que é possível sobre sexo na escola, com os amigos, com as namoradas, nas revistas, nos programas de TV e na internet. Os pais ficam angustiados e se perguntam se essa conversa ainda faz sentido. A resposta é: sim e não. Os filhos não precisam de informação, mas de formação. Ou seja: cabe aos pais dizer a eles o que acham certo e o que consideram errado e incentivá-los a formar a própria opinião sobre o assunto.

"É necessário falar sobre sexo com os filhos, mas não transformar esse assunto numa solenidade", diz a psicóloga paulista Rosely Sayão, especialista em adolescentes. "Os pais também não precisam entrar em detalhes com os filhos. Além de constranger os dois lados, isso não acrescenta nada de útil ao rapaz ou à garota." Em lugar da conversa formal, funciona melhor tocar no assunto em situações do cotidiano, da forma mais natural possível. Se pai e filho estiverem assistindo a um programa na TV e aparecerem cenas de sexo, o pai pode dizer o que pensa sobre isso e comentar como era na época de sua juventude.


SEXO

Postado por KOISAS DE JOVENS 0 comentários

Cada vez mais cedo
Os jovens nunca foram tão bem informados
e precoces em relação ao sexo. Nem por isso
estão menos confusos sobre o assunto

Os adolescentes de hoje são a geração mais bem informada sobre sexo de todos os tempos. Eles têm aulas de educação sexual na escola, lêem a respeito nas revistas, vêem os reality shows da televisão e, se restar algum vestígio de dúvida, há sites na internet que respondem a qualquer questão sobre o tema. Os jovens não apenas sabem muito como não há amarras sociais nem familiares que verdadeiramente os impeçam de passar da teoria à prática no momento escolhido por eles próprios. Nada disso, vale dizer, impede que estejam confusos e divididos sobre temas como virgindade, fidelidade, namoro e casamento. O conhecimento também não é suficiente para evitar descuidos, como sexo sem camisinha. Por ano, nasce 1 milhão de bebês de mães solteiras adolescentes no Brasil. "O início da vida sexual é um processo extremamente complexo para qualquer pessoa, de qualquer geração", diz Paulo Bloise, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo, especialista em adolescência.

A persistência das angústias em relação à vida amorosa, apesar do conhecimento e das liberdades atuais, tem uma explicação óbvia. "Sexo não é só uma questão de informação, mas também de maturidade", pondera o psicólogo Mauricio Torselli, do Instituto Kaplan, centro de estudos da sexualidade em São Paulo. Esta é a primeira geração que não conta com a orientação de um guia socialmente rígido para a sexualidade. Pais e mães estão igualmente confusos, preocupados e tão carentes de parâmetros quanto os próprios filhos. Muitos deles tentam estabelecer paralelo entre o que está acontecendo e sua própria geração. Os dois momentos são diferentes. O desejo de romper estruturas sociais esclerosadas fez da liberdade sexual uma das bandeiras dos jovens nos anos 60 e 70. Quando chegou a vez deles, deram liberdade aos filhos, mas não incluíram no pacote um modelo de comportamento sexual. O que se observa na sexualidade da atual geração não tem nem vestígio daquela energia rebelde e transformadora. O debate agora não é mais a presença de limites e sim, eventualmente, a ausência deles.
A precocidade e a ousadia dos primeiros relacionamentos são uma característica de hoje. A idade da primeira vez das meninas é 15 anos, de acordo com pesquisa da Unesco nas principais capitais do país. A dos meninos, 14. O surpreendente é que muitos jovens que têm vida sexual ativa não começaram com um namoro firme, mas com alguém com quem "ficava" – ou seja, com um quase desconhecido. Ficar é o nome dado a sessões de beijos e abraços mais ousados. A diferença entre essa relação e o namoro tradicional é que a primeira é descompromissada e passageira. Uma menina que fica com um colega numa festa não precisa tratá-lo como alguém especial ao vê-lo no colégio no dia seguinte. A pressão sobre os adolescentes para que iniciem a vida sexual ativa deve fazer com que os jovens se sintam num túnel de vento. Como tomar a decisão? A única resposta é: pense bem se você está preparado e se é isso mesmo o que quer. "Um risco é o jovem, de tanto ouvir falar de sexo, ter a falsa idéia de que crescer significa ter quanto antes uma relação sexual", diz o psicólogo paulista Antonio Carlos Egypto, do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual. Nesse assunto, os pais podem ajudar bastante. Muitos deixam de perguntar sobre a vida dos filhos quando eles chegam à adolescência. É um erro. Os especialistas aconselham a continuar a falar sobre comportamento, expectativas e valores. Só é preciso evitar pronunciamentos solenes. Adolescentes odeiam sermões – especialmente sobre sexo.

Texto retirado da Revista VEJA edição especial Jovem.
POST.:

Quando a Avó vira mãe

Postado por KOISAS DE JOVENS 0 comentários

A avó vira mãe

Um resultado bem comum da maternidade precoce é os avós se encarregarem da educação da criança pelo menos temporariamente, até que a mãe tenha condições econômicas de assumir a empreitada. Há três anos, a estudante Paula Meninel, hoje com 20 anos, ficou grávida do namorado, Caio, de 21. Na época, ela cursava a faculdade de fisioterapia e teve de interromper os estudos por causa da gravidez. Depois que Cauã nasceu, Sulamita, esteticista de 44 anos, mãe de Paula, passou a cuidar não apenas da filha mas também do neto. "Como sou mais experiente, acabei exercendo o papel de mãe dos dois", diz Sulamita. Paula retomou os estudos aos poucos e começou a trabalhar. Namora o pai do garoto, que assumiu o bebê, mas o casal não pensa em morar junto. Quem fica mais tempo com o bebê é Sulamita. E a avó é dura na queda e na disciplina. "As crianças costumam fazer mais manha com os avós, porque eles deixam os netos fazer de tudo", observa Sulamita. "Mas comigo é o contrário. Cauã faz manha com os pais dele, mas me obedece, porque sabe que eu sou brava e dou bronca." Apesar da ajuda da mãe, Paula não pôde voltar à vida despreocupada de estudante. "Deixei de sair à noite, fiquei mais caseira", diz. Hoje nem pensa em outro filho tão cedo. "Se tiver, vai ser já perto dos 40", afirma.
Fonte Revista VEJA.:POST=

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